SUPERNOVAE
E
ste vídeo começa com uma vista de noite das nuvens Small e Large Magel-
lanic, galáxias satélite da nossa Via Láctea. Depois faz zoom numa região
rica de nascimentos estelares na Large Magellanic Cloud. Aninhada entre
montanhas de gás de cor vermelha encontra-se a estrutura esquisita da Super-
nova 1987A, o remanescente de uma estrela explodida que foi primeiramente
observado em fevereiro de 1987. O local da supernova está rodeado por um
anel de material que está iluminado por uma onda de energia da explosão.
Dois anéis desvanecidos mais exteriores também se encontram visíveis. Os
três anéis existiram antes da explosão como relíquias fósseis da atividade da
estrela condenada nos seus últimos dias. [NASA, ESA, and G. Bacon (STScI)]
A
sequência à
esquerda, ti-
rada entre 1994 e
2016 pelo Hubble
Space Telescope
da NASA, regista
em crónica o
brilho de um anel
de gás em torno
de uma estrela
em explosão.
[NASA, ESA, and
R. Kirshner (Har-
vard-Smithsonian
Center for Astro-
physics and Gor-
don and Betty
Moore Founda-
tion), and P. Chal-
lis (Harvard-Smith-
sonian Center for
Astrophysics)]
entusiastas de astronomia. Sendo umas das
supernovae mais próximas a ser registadas,
a SN 1987A foi e ainda é a melhor oportuni-
dade para astrónomos estudarem as fases
antes e depois da morte de uma estrela.
“Os 30 anos de observações da SN 1987A
são importantes porque providenciam vistas
dos últimos estágios de evolução estelar,”
disse Robert Kirshner do Harvard-Smithso-
nian Center for Astrophysics em Cambridge,
Massachusetts, e da Gordon and Betty
Moore Foundation em Palo Alto, Califórnia.
O telescópio Hubble tem observado a super-
nova 1987A desde 1990 e produziu centenas
de imagens juntamente com o telescópio
Chandra, que foi implantado em 1999, e o
telescópio ALMA tem andado a recolher da-
dos milimétricos e submilimétricos de alta
resolução da SN 1987A desde a sua inaugu-
ração em 2013.
Para além do Hubble e do Chandra, cujo
foco são os detritos relativamente quentes,
o Herschel Observatory tem a sua atenção
na poeira fria dispersa pela supernova.
Como foi notado pela NASA: “
Os últimos
dados destes poderosos telescópios indicam




