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CRÓNICAS ESPACIAIS

com alta preci-

são padrões em

espiral tão com-

plexos foram es-

senciais para este

estudo. Estamos

encantados por

ver as imagens

nítidas traduzi-

das em resulta-

dos ricos e as

suas implicações

no estudo de

binários,”

diz

Alfonso

Trejo

(ASIAA, Taiwan),

um coautor do

estudo. Binários

em órbitas elípti-

cas para estrelas

em fases tardias

de evolução estelar podem ser ubí-

quos ao longo de um extenso pe-

ríodo. Muitas nébulas planetárias

(estrelas que estão na fase seguinte

de evolução estelar) consistem em

estruturas quase esféricas na parte

mais exterior e estruturas altamente

assimétricas na parte interior.

Padrões quase esféricos incluem os

que se parecem com espirais, con-

chas, e arcos, en-

quanto estrutu-

ras não esféricas

são bipolares ou

multipolares.

A coexistência

de tais estruturas

geometricamen-

te distintas é

enigmática por-

que indica a pre-

sença simultânea

de interações de

binários amplos

e binários próxi-

mos. Este fenó-

meno foi atribuí-

do às estrelas bi-

nárias com órbi-

tas elípticas. Co-

mo é indicado

ração desta observação com simula-

ções a computador levou a equipa a

concluir, pela primeira vez, que um

sistema binário uma órbita muito

elíptica é responsável pela sua mor-

fologia de distribuição gasosa. Em

particular, a bifurcação do padrão

de concha em espiral, que é clara-

mente visível nas imagens do ALMA,

é uma característica única de biná-

rios elípticos. Este objeto quintessen-

cial abre uma nova janela acerca da

natureza de binários centrais através

dos padrões repetitivos que residem

longe da estrela a distâncias de al-

guns milhares de raios estelares.

“A sensibilidade e habilidade re-

quintadas do ALMA para fotografar

V

isualização do cubo de imagens do ALMA da LL Pe-

gasi. Cada frame do vídeo mostra o material de gás

molecular a rodear a LL Pegasi numa diferente velocidade

de linha de visão. Esta velocidade, a avançar 1km/s por

frame, é dada no canto superior direito. O tamanho do

campo é 20.000 vezes a distância entre o Sol e a Terra.

[ALMA (ESO/NAOJ/NRAO) / Hyosun Kim et al.]

V

isualização 3D do material de gás molecular a rodear

a LL Pegasi. Primeiro como aparenta ao Hubble Space

Telescope, e depois como aparece na emissão de moléculas,

como é observado pelo ALMA. O modelo numérico aparece

ao lado da nébula, e tanto o modelo como a imagem estão

rodadas para mostrar a excelente concordância tridimen-

sional. [Hyosun Kim et al. / I-Ta Hsieh (ASIAA)]

pela investigação atual, os parâme-

tros orbitais de binários centrais

podem ser obtidos através de uma

inspeção cuidadosa dos padrões re-

correntes exteriores, que indicam a

origem da transição de estruturas

quase esféricas a assimétricas.

LL Pegasi é uma estrela gigante a

perder massa com um tamanho de

200 vezes ou mais o tamanho do Sol.

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